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"Nunca, jamais diga o que sente. Por mais que doa, por mais que te faça feliz. Quando sentir algo muito forte, peça um drink".
Caio Fernando de Abreu.

(…) ”How i wish, how i wish you were here.” Poderia ser tudo muito simples, como em qualquer relacionamento que vemos por aí. Casais de mãos dadas, tomando sorvete na pracinha. Ou algo ainda mais clichê, que tal um cinema? Onde tudo pode acontecer menos voltar à atenção ao filme. Poderíamos deitar no sofá, com pipoca e brigadeiro, puxar um cobertor e assistir sessão da tarde. Ou melhor, eu poderia fazer cafuné em sua cabeça e você agradecer com um sorriso, me chamando de sua pequena. No domingo teríamos aqueles famosos almoços em família; minha mãe sairia da rotina e cozinharia especialmente pra ti. Iríamos pra sala e vez ou outra você me roubaria um beijo. Até a noite cair e você ter que ir embora. Meus pais não aceitariam que você dormisse em casa, então eu te levaria ao portão, mas você não passaria pra rua. Pelo contrário, iria para de trás do carro e ficaria ali até que eles dormissem. Correríamos perigo, eu sei. Mas isso seria o bom da coisa. Então eu te levaria para meu quarto, dormiríamos agarrados e no outro dia você acordaria todo babado. Você viria me beijar e eu recusaria, o acusando de ainda não ter escovado os dentes. E então nos abraçaríamos saudando a bela segunda-feira. Mas somos apenas duas almas perdidas, e como eu queria que estivesse aqui.

caught-intheundertow:

Oh, que olhar! Seus olhos misturam-se em sinceridade e desejo, o que faz aumentar minha vontade de você. Seja sol, ou, seja lua, desejo-te por inteiro, desejo entregar meu corpo ao seu. Quero gemer teu nome e gozar com cada toque seu.  
Perco-me em seu cheiro, que me faz extasiar em paixão. Prendo meu rosto no seu pescoço fungando cada centímetro. Meus lábios quentes e molhados entram em contato com sua pele, lhe causando arrepios. Seus olhos se fecham instintivamente; sua respiração acelera. Eu estremeço ao sentir a ponta de teus dedos gelados sobre o nu de minha cintura. Você suspira e prende nossos corpos iniciando um ardente beijo. É a hora da provocação. Você estremece com o roçar afiado das minhas unhas sobre seu abdômen. Meus dedos escorregam encontrando teu sexo; minha mão se abre e aperta com força tua ereção sobre o pano da calça. Um suspiro forte é liberado por sua boca. Mordisco teus lábios e o beijo com fervor; abro teu zíper e libero seu cinto. O garotão se encontra em minhas mãos, pulsando, pedindo sempre por mais. Sorrio entre nosso beijo com a satisfação do que causo em você.
É bom estar no domínio.
Melhor ainda é ser dominada.
Em um golpe brusco, sua mão segura meu cabelo e o puxa com força. Nossos olhares se encontram, e teus penetrantes olhos me causam arrepios. Estremeço e logo sinto o arder formado em meu rosto; tapas são teu forte.  
“Minha vadia” é pronunciada e em outro golpe você me abaixa, me fazendo ficar de joelhos pra melhor vista de todas.
Volto ao domínio, me levantando e te deixando surpreso. A frustração formada em seu rosto é a melhor; vou a caminho do guarda roupas e tiro alguns acessórios: um mp3, uma venda e uma corda. Você está observando cada passo meu.
“Confia em mim?” Pergunto você receia, mas assente.
Estou atrás de você com a corda, puxo seus braços para trás e os amarro.
“O que vai fazer?”.
Pego a venda e volto a teu encontro.
“Pensei que confiasse em mim”. Vendo teus olhos, em seguida coloco fones em seu ouvido. É a sinfonia nº 40 de Mozart.
Venceremos qualquer barreira, amor.
Noto sua aflição. O que pensas que irei fazer? Concordemos que, esse cenário, fez sua excitação crescer.
Arranho tua barriga. Você suspira. Agacho-me pegando teu membro, o envolvo em minha boca. Minhas mãos escorregam pelo local, em um vai e vem. Você continua suspirando, e imagino que as sensações descobertas com a música são plausíveis; envolvo teu membro com beijos alternados entre chupões. Essa seria a hora em que você assumiria o controle e seguraria meus cabelos em rabo de cavalo, empurrando minha boca contra teu sexo. Mas eu que comando, e faço o que bem entender.
Suas pernas estremecem e você deixa escapar um forte gemido. Seu gozo é espalhado por minha face; deixo minha língua limpar o que resta.
Você está se recuperando. Sorrio me levantando. Retiro sua venda. Seus olhos me observam. Fecho meus olhos com o poder que tens sobre mim. Recupero-me sorrindo pra ti. Elevo minhas mãos até meu rosto, passo meus dedos sobre seu gozo espalhado sobre minha face e os levo até minha boca.
Você me puxa e nos beijamos afinal isso foi o começo de tudo o que está por vir. 

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Oh, que olhar! Seus olhos misturam-se em sinceridade e desejo, o que faz aumentar minha vontade de você. Seja sol, ou, seja lua, desejo-te por inteiro, desejo entregar meu corpo ao seu. Quero gemer teu nome e gozar com cada toque seu.  

Perco-me em seu cheiro, que me faz extasiar em paixão. Prendo meu rosto no seu pescoço fungando cada centímetro. Meus lábios quentes e molhados entram em contato com sua pele, lhe causando arrepios. Seus olhos se fecham instintivamente; sua respiração acelera. Eu estremeço ao sentir a ponta de teus dedos gelados sobre o nu de minha cintura. Você suspira e prende nossos corpos iniciando um ardente beijo. É a hora da provocação. Você estremece com o roçar afiado das minhas unhas sobre seu abdômen. Meus dedos escorregam encontrando teu sexo; minha mão se abre e aperta com força tua ereção sobre o pano da calça. Um suspiro forte é liberado por sua boca. Mordisco teus lábios e o beijo com fervor; abro teu zíper e libero seu cinto. O garotão se encontra em minhas mãos, pulsando, pedindo sempre por mais. Sorrio entre nosso beijo com a satisfação do que causo em você.

É bom estar no domínio.

Melhor ainda é ser dominada.

Em um golpe brusco, sua mão segura meu cabelo e o puxa com força. Nossos olhares se encontram, e teus penetrantes olhos me causam arrepios. Estremeço e logo sinto o arder formado em meu rosto; tapas são teu forte.  

“Minha vadia” é pronunciada e em outro golpe você me abaixa, me fazendo ficar de joelhos pra melhor vista de todas.

Volto ao domínio, me levantando e te deixando surpreso. A frustração formada em seu rosto é a melhor; vou a caminho do guarda roupas e tiro alguns acessórios: um mp3, uma venda e uma corda. Você está observando cada passo meu.

“Confia em mim?” Pergunto você receia, mas assente.

Estou atrás de você com a corda, puxo seus braços para trás e os amarro.

“O que vai fazer?”.

Pego a venda e volto a teu encontro.

“Pensei que confiasse em mim”. Vendo teus olhos, em seguida coloco fones em seu ouvido. É a sinfonia nº 40 de Mozart.

Venceremos qualquer barreira, amor.

Noto sua aflição. O que pensas que irei fazer? Concordemos que, esse cenário, fez sua excitação crescer.

Arranho tua barriga. Você suspira. Agacho-me pegando teu membro, o envolvo em minha boca. Minhas mãos escorregam pelo local, em um vai e vem. Você continua suspirando, e imagino que as sensações descobertas com a música são plausíveis; envolvo teu membro com beijos alternados entre chupões. Essa seria a hora em que você assumiria o controle e seguraria meus cabelos em rabo de cavalo, empurrando minha boca contra teu sexo. Mas eu que comando, e faço o que bem entender.

Suas pernas estremecem e você deixa escapar um forte gemido. Seu gozo é espalhado por minha face; deixo minha língua limpar o que resta.

Você está se recuperando. Sorrio me levantando. Retiro sua venda. Seus olhos me observam. Fecho meus olhos com o poder que tens sobre mim. Recupero-me sorrindo pra ti. Elevo minhas mãos até meu rosto, passo meus dedos sobre seu gozo espalhado sobre minha face e os levo até minha boca.

Você me puxa e nos beijamos afinal isso foi o começo de tudo o que está por vir. 

Ela não precisava empinar-se como as demais para que eu pudesse me deliciar com a bela visão de sua bunda. Ah, aqueles lábios! Senti minhas pernas trêmulas, vista embaçada; eu estava próximo ao gozo, quando ela percebeu, e fazendo como eu gostava, virou-se, posicionando-se em minha frente. Encher seu cu de porra, fazendo-a gritar em uma mistura de dor e tesão, fazia com que eu tivesse orgasmos múltiplos. Todo o procedimento a tornava uma vadia, e é bem o que ela era: minha vadia. Sua pele branca –um pouco rosada, devido aos vários tapas recebidos–, uma lingerie vermelha –que a deixava ainda mais bela–, cabelos jogados de lado –deixando alguns fios caírem sobre seu corpo perfeito-, todo o conjunto, todo mesmo, fazia-me fascinar. Ela não era só uma vadia, mas minha menininha.  Puxei de lado o pequeno fio, dando-lhe outra tapa, soquei de uma vez. Gritos ecoaram-se pelo quarto, e ao fechar os olhos, contemplei seu cuzinho com todo meu leite.  Eu parecia estar preso em um sonho. Ainda de olhos fechados, pude ouvir seus gemidos abafados, enquanto a mesma dava reboladas em minha ereção. Imagens passaram-se em minha mente. A começar por seus lábios. Trazendo-me recordações de como começara a noite. Oh, aqueles lábios! Todo o vermelho que tomava conta de sua boca espalhara-se também em minha ereção e em seu rosto. Isso me tornara um verdadeiro apaixonado por mulheres.  Tão apaixonado a ponto de querer ser uma.  Caminhei até a varanda, com o fumo na mão, olhei pra avenida, vendo a linda moça ir embora. Meus pelos eriçaram-se com o vento vindo do norte; o fim de tarde chegara frio e com ele veio à fome. Resolvi pedir comida. Puxei a primeira gaveta da escrivaninha da sala, e ao olhar para o lado da mesma, pude ver um pequeno tecido vermelho. Abaixei-me para ver o que era, e sorri ao descobrir.  A bela moça deixara sua calcinha ali.  Como um verdadeiro amante de mulheres, segurei o pano entre os dedos, levando o mesmo até minha face, onde pude me embriagar com o cheiro da moça. Eu já estava excitado. Não por isso. Mas pelo proibido que percorria minha mente.  Minha fome já havia passado.  Fui para o banho, na tentativa de sumir com qualquer pensamento infame. Mas nem a água gelada fora capaz de me acalmar. Minha ereção pulsava só de lembrar da tal calcinha.  Talvez, em algum lugar, um rapaz passasse ‘fome’.  Decidido, deixei o prédio, olhando para o relógio, afinal eu tinha que me apressar. Logo as lojas estariam fechadas; entrei na primeira que vi. A moça já estivera naquela mesma loja comigo. O que se tornou favorável, eu sabia quais eram as peças que queria e sabia também exatamente onde as encontrar.  “Você vai ficar lindo nesse vestido”.  Na mesma loja comprei um batom. Da mesma cor dos lábios da moça.  Talvez esse rapaz goste de lábios vermelhos.  Não tinha do que me envergonhar. Pelo contrário. Eu estava em uma loja de roupas femininas. Com o vestido mais caro e lindo da loja. Para todos os efeitos, eu era apenas um apaixonado querendo presentear alguém.  E sim. Eu iria.  Depilação completa. Hidratante com perfume de morango. A calcinha da moça, dessa vez, socadinha em mim.  Eu estava feminina.  A procura do rapaz a quem tanto esperei pra ser sua vadia.  Um verdadeiro clichê. O rapaz que agora sorria pra mim, há pouco se esbarrara em meu corpo, o que me fizera cair – não adepto ao salto alto–. De um modo gentil, ele me convidou para entrar em seu carro. Mostrei o gogó pra ele, talvez ele achasse mesmo que eu fosse uma menininha. Ele me surpreendeu ao sorrir, me convidando novamente para entrar em seu carro. Assim o fiz. E sem perder tempo, meus dedos já alisavam seu membro sobre a calça. Ele estava tão duro quanto uma pedra, o que me fez ficar ainda mais excitado.  – Belo batom!  Sim, ele notou meu batom. Sim, ele gostava de vermelho. Sim, eu seria sua vadia.  Chupei, dando meu melhor, quis ser melhor que minha moça, e pela cara de satisfação do rapaz eu o conseguira. Ele explodira em prazer, liberando todo seu gosto em minha boca. Um sabor agradável de homem. O famoso leitinho me tornara ainda mais vadia. Uma filha da puta de uma vadia.  Um apaixonado em mulheres.  Uma cdzinha.

Ela não precisava empinar-se como as demais para que eu pudesse me deliciar com a bela visão de sua bunda. Ah, aqueles lábios! Senti minhas pernas trêmulas, vista embaçada; eu estava próximo ao gozo, quando ela percebeu, e fazendo como eu gostava, virou-se, posicionando-se em minha frente. Encher seu cu de porra, fazendo-a gritar em uma mistura de dor e tesão, fazia com que eu tivesse orgasmos múltiplos. Todo o procedimento a tornava uma vadia, e é bem o que ela era: minha vadia. Sua pele branca –um pouco rosada, devido aos vários tapas recebidos–, uma lingerie vermelha –que a deixava ainda mais bela–, cabelos jogados de lado –deixando alguns fios caírem sobre seu corpo perfeito-, todo o conjunto, todo mesmo, fazia-me fascinar. Ela não era só uma vadia, mas minha menininha.
Puxei de lado o pequeno fio, dando-lhe outra tapa, soquei de uma vez. Gritos ecoaram-se pelo quarto, e ao fechar os olhos, contemplei seu cuzinho com todo meu leite.
Eu parecia estar preso em um sonho. Ainda de olhos fechados, pude ouvir seus gemidos abafados, enquanto a mesma dava reboladas em minha ereção. Imagens passaram-se em minha mente. A começar por seus lábios. Trazendo-me recordações de como começara a noite. Oh, aqueles lábios! Todo o vermelho que tomava conta de sua boca espalhara-se também em minha ereção e em seu rosto. Isso me tornara um verdadeiro apaixonado por mulheres.
Tão apaixonado a ponto de querer ser uma.
Caminhei até a varanda, com o fumo na mão, olhei pra avenida, vendo a linda moça ir embora. Meus pelos eriçaram-se com o vento vindo do norte; o fim de tarde chegara frio e com ele veio à fome. Resolvi pedir comida. Puxei a primeira gaveta da escrivaninha da sala, e ao olhar para o lado da mesma, pude ver um pequeno tecido vermelho. Abaixei-me para ver o que era, e sorri ao descobrir.
A bela moça deixara sua calcinha ali.
Como um verdadeiro amante de mulheres, segurei o pano entre os dedos, levando o mesmo até minha face, onde pude me embriagar com o cheiro da moça. Eu já estava excitado. Não por isso. Mas pelo proibido que percorria minha mente.
Minha fome já havia passado.
Fui para o banho, na tentativa de sumir com qualquer pensamento infame. Mas nem a água gelada fora capaz de me acalmar. Minha ereção pulsava só de lembrar da tal calcinha.
Talvez, em algum lugar, um rapaz passasse ‘fome’.
Decidido, deixei o prédio, olhando para o relógio, afinal eu tinha que me apressar. Logo as lojas estariam fechadas; entrei na primeira que vi. A moça já estivera naquela mesma loja comigo. O que se tornou favorável, eu sabia quais eram as peças que queria e sabia também exatamente onde as encontrar.
“Você vai ficar lindo nesse vestido”.
Na mesma loja comprei um batom. Da mesma cor dos lábios da moça.
Talvez esse rapaz goste de lábios vermelhos.
Não tinha do que me envergonhar. Pelo contrário. Eu estava em uma loja de roupas femininas. Com o vestido mais caro e lindo da loja. Para todos os efeitos, eu era apenas um apaixonado querendo presentear alguém.
E sim. Eu iria.
Depilação completa. Hidratante com perfume de morango. A calcinha da moça, dessa vez, socadinha em mim.
Eu estava feminina.
A procura do rapaz a quem tanto esperei pra ser sua vadia.
Um verdadeiro clichê. O rapaz que agora sorria pra mim, há pouco se esbarrara em meu corpo, o que me fizera cair – não adepto ao salto alto–. De um modo gentil, ele me convidou para entrar em seu carro. Mostrei o gogó pra ele, talvez ele achasse mesmo que eu fosse uma menininha. Ele me surpreendeu ao sorrir, me convidando novamente para entrar em seu carro. Assim o fiz. E sem perder tempo, meus dedos já alisavam seu membro sobre a calça. Ele estava tão duro quanto uma pedra, o que me fez ficar ainda mais excitado.
– Belo batom!
Sim, ele notou meu batom. Sim, ele gostava de vermelho. Sim, eu seria sua vadia.
Chupei, dando meu melhor, quis ser melhor que minha moça, e pela cara de satisfação do rapaz eu o conseguira. Ele explodira em prazer, liberando todo seu gosto em minha boca. Um sabor agradável de homem. O famoso leitinho me tornara ainda mais vadia. Uma filha da puta de uma vadia.
Um apaixonado em mulheres.
Uma cdzinha.

A começar pelo sorriso. Prefiro aquele que está escondido atrás desse teu bico. Deixa eu desmanchá-lo com minha boca. Roçar meus lábios e depois mordê-lo. Então eis que aparece. Esse teu sorriso safado, esse aí mesmo, que diz a qualquer um que você é meu.
E esse teu jeito pirado, meio louco, completamente carinhoso. Perfeito e desejado. Todo gato, gatinho, e meu.
Tu entrou na minha vida, tornando meus dias melhores. Tens noção do quanto és importante? Se não, pode vir aqui, digo no seu ouvido, com a voz baixa, pra te arrepiar: amo você.

15/01/2014 - 18:12 | Reblog this post | Tags: #Caught in the undertow 2, #gatinho,
Tu tornaste minha divagação, guri. Qualquer assunto é desviado pra ti; pensamentos vazios tornam-se um mundo imaginário onde nele só se encontram duas pessoas: eu e você. Desfrutamos um do outro com as melhores intenções e com as piores sacanagens. És meu, sou tua. (…) O mundo está de cabeça para baixo, enquanto rolamos por ele; Sorrisos tomam conta do lugar, e o amor está no ar. Mas em um estralar de dedos, o vejo distante, guri. Afinal é apenas uma divagação. Meu devaneio vai embora e fico com a realidade. 

Tu tornaste minha divagação, guri. Qualquer assunto é desviado pra ti; pensamentos vazios tornam-se um mundo imaginário onde nele só se encontram duas pessoas: eu e você. Desfrutamos um do outro com as melhores intenções e com as piores sacanagens. És meu, sou tua. (…) O mundo está de cabeça para baixo, enquanto rolamos por ele; Sorrisos tomam conta do lugar, e o amor está no ar. Mas em um estralar de dedos, o vejo distante, guri. Afinal é apenas uma divagação. Meu devaneio vai embora e fico com a realidade. 

— Senti sua falta. 
Ela reconhecera o timbre da voz e estremecera ao seu toque. Os braços dele envolveram-na pela sua cintura; forçou as coxas no corpo da moça e suspiros tomaram conta do lugar.  Como se não bastasse às pernas tremulas, agora estava com dificuldade para respirar; seu coração estava á mil. Ambos queriam saciar seus desejos. Fora então à hora em que a alça da blusa fora colocada de lado. E ao ver a pequena mostra de pele, levou seus lábios ao local, depositando beijos quentes. As mãos do rapaz corriam por um trajeto bem conhecido: o corpo da moça. Ela então se colocara em sua frente e lhe roubara um beijo. A intensidade daquele beijo poderia ser descrita como se fosse o primeiro, onde você descobre novas sensações. Mas ao mesmo tempo, também poderia ser sentido como o ultimo beijo, como se depois que seus lábios se separassem, o mundo fosse acabar.  Nada ali lhes importava, a não ser a presença um do outro; encontravam-se com sede. Sede de amor. E o término daquela tarde nublada, começara com uma noite calorosa de amor. 

— Senti sua falta.

Ela reconhecera o timbre da voz e estremecera ao seu toque. Os braços dele envolveram-na pela sua cintura; forçou as coxas no corpo da moça e suspiros tomaram conta do lugar.  Como se não bastasse às pernas tremulas, agora estava com dificuldade para respirar; seu coração estava á mil. Ambos queriam saciar seus desejos. Fora então à hora em que a alça da blusa fora colocada de lado. E ao ver a pequena mostra de pele, levou seus lábios ao local, depositando beijos quentes. As mãos do rapaz corriam por um trajeto bem conhecido: o corpo da moça. Ela então se colocara em sua frente e lhe roubara um beijo. A intensidade daquele beijo poderia ser descrita como se fosse o primeiro, onde você descobre novas sensações. Mas ao mesmo tempo, também poderia ser sentido como o ultimo beijo, como se depois que seus lábios se separassem, o mundo fosse acabar.  Nada ali lhes importava, a não ser a presença um do outro; encontravam-se com sede. Sede de amor. E o término daquela tarde nublada, começara com uma noite calorosa de amor. 

Quem mentira foras tu? Logo tu que tinhas horror à mentira. Falara a verdade doesse a quem doesse; renegaste a sociedade e o mundo, por sua mentira e sua hipocrisia. Mas tu foras o primeiro a mentir, a enganar. E o pior… Não se arrependeste de nada. 

Quem mentira foras tu? Logo tu que tinhas horror à mentira. Falara a verdade doesse a quem doesse; renegaste a sociedade e o mundo, por sua mentira e sua hipocrisia. Mas tu foras o primeiro a mentir, a enganar. E o pior… Não se arrependeste de nada. 

Há um tesouro guardado na ultima gaveta da pequena escrivaninha; uma caixinha de joias com uma fortuna imensa, uma fortuna diferente. Não há ouro ali, ou qualquer outra importância. Apenas uma bailarina e uma doce melodia, que encantam. Vamos bailarina, tire nossa dor; dance conforme a melodia. Traga de volta os tempos vividos de criança, onde nada tinha importância. Apenas queríamos ser melhores, queríamos mudar o mundo com tamanha ingenuidade de criança. Mas a melodia tomara outro rumo, enquanto tu danças, lágrimas escorrem por rostos tristes, rostos nostálgicos que sentem falta da verdadeira pureza infantil. Tua pilha acabou e nós crescemos. A nova melodia tocada esta na base do egoísmo, onde a ingenuidade passa longe; será que voltarás a dançar? Oh sim! Quem sabe ainda restam crianças que encantadas com a melodia saibam encantar aqueles que se perderam de tu, bailarina.  

Há um tesouro guardado na ultima gaveta da pequena escrivaninha; uma caixinha de joias com uma fortuna imensa, uma fortuna diferente. Não há ouro ali, ou qualquer outra importância. Apenas uma bailarina e uma doce melodia, que encantam. Vamos bailarina, tire nossa dor; dance conforme a melodia. Traga de volta os tempos vividos de criança, onde nada tinha importância. Apenas queríamos ser melhores, queríamos mudar o mundo com tamanha ingenuidade de criança. Mas a melodia tomara outro rumo, enquanto tu danças, lágrimas escorrem por rostos tristes, rostos nostálgicos que sentem falta da verdadeira pureza infantil. Tua pilha acabou e nós crescemos. A nova melodia tocada esta na base do egoísmo, onde a ingenuidade passa longe; será que voltarás a dançar? Oh sim! Quem sabe ainda restam crianças que encantadas com a melodia saibam encantar aqueles que se perderam de tu, bailarina.  

Há quem não entenda essa lealdade. Oras, cada um com suas paixões. A minha vai além de limites, quero dizer, não há limites. Meu coração acelera a cada movimento; meus olhos se enchem de lágrimas a cada emoção. Estarei lá, seja em sua derrota, seja em sua vitória. Pois eu o amo, eu o amo demais. E me prendo a essa paixão cada dia mais.  
És meu orgulho, és o causador dos meus sorrisos mais belos, és minha alegria, minha paixão, meu amor. És tu, tricolor paulista. 

Há quem não entenda essa lealdade. Oras, cada um com suas paixões. A minha vai além de limites, quero dizer, não há limites. Meu coração acelera a cada movimento; meus olhos se enchem de lágrimas a cada emoção. Estarei lá, seja em sua derrota, seja em sua vitória. Pois eu o amo, eu o amo demais. E me prendo a essa paixão cada dia mais. 

És meu orgulho, és o causador dos meus sorrisos mais belos, és minha alegria, minha paixão, meu amor. És tu, tricolor paulista. 

Caminhava em minha direção; cabelos ao vento e um sorriso sincero. Moça tu és tão bela. Não sabe o quanto lhe quero.  Todas as noites, ao deitar-me, imagino-me sempre ao seu lado. Sonho acordado com uma doce ilusão que me faz querer sonhar ainda mais; será que seus belos olhos já me acompanharam? Ou melhor… Sabes quem sou? Na verdade isso não importa, pelo menos não agora. Só quero voltar a sonhar, pois enquanto sonho, sei que você estará lá. 
 

Caminhava em minha direção; cabelos ao vento e um sorriso sincero. Moça tu és tão bela. Não sabe o quanto lhe quero.  Todas as noites, ao deitar-me, imagino-me sempre ao seu lado. Sonho acordado com uma doce ilusão que me faz querer sonhar ainda mais; será que seus belos olhos já me acompanharam? Ou melhor… Sabes quem sou? Na verdade isso não importa, pelo menos não agora. Só quero voltar a sonhar, pois enquanto sonho, sei que você estará lá.

 

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